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Secretaria de Saúde de Rosse  desmente caso de Corona Vírus na cidade de Davinópolis/MA

A secretaria de saúde de Davinópolis MA, através da  secretária Rosse Imair , informa a toda a comunidade que não há nenhum registro de caso de corona vírus suspeito em Davinópolis.

" E muito importante esse comunicado porque está circulando no whatsapp uma gravação fake News e temos que evitar a proliferação dessa notícia falsa pra evitar pânico entre os moradores. Em breve estaremos anunciando medidas de prevenção e combate  vírus, seguindo orientações dos governos federal e estadual." Rosse Imair .


A III Conferência Municipal de Educação de Davinopolis/MA , que estava prevista para acontecer no dia 20 de Abril,  será adiada.

Em nota,  Secretaria Municipal de Educação de Davinópolis (SEMED)  Afirmou que III Conferência Municipal de Educação de Davinópolis/MA , Foi adiada  por causa do Coronavírus. 




© EPA Especialistas esperam que a descoberta ajude no desenvolvimento de vacina para covid-19
Cientistas australianos disseram ter identificado pela primeira vez como o sistema imunológico combate a infecção pelo novo coronavírus, causador da doença covid-19.
A pesquisa, publicada na revista médica Nature Medicine, mostra que as pessoas estão se recuperando da infecção pelo novo coronavírus da mesma maneira como elas se recuperam de uma gripe.[
Segundo os especialistas, determinar quais células do sistema imunológico atuam no combate ao vírus poderá ajudar no desenvolvimento de uma vacina.
Globalmente, as autoridades já confirmaram mais de 170 mil casos de infecção pelo coronavírus e mais de 7 mil mortes. Cerca de 80 mil infectados já se recuperaram.
'Esta descoberta é importante porque é a primeira vez que estamos realmente entendendo como nosso sistema imunológico combate o novo coronavírus", disse Katherine Kedzierska, co-autora do estudo.
Outros especialistas afirmaram que a pesquisa do Instituto Peter Doherty para Infecção e Imunidade, de Melbourne, é "um grande avanço".

O que foi descoberto?

Muitas pessoas já se recuperaram da covid-19, o que demonstra que o sistema imunológico consegue combater efetivamente o vírus, já que não existe hoje um tratamento que ofereça a cura da doença.
Os pesquisadores australianos identificaram quatro tipos de células do sistema imunológico que combatem o novo coronavírus.
Elas foram observadas com o acompanhamento de uma paciente que teve sintomas entre leves e moderados e não tinha nenhum problema prévio de saúde.

© BBC


© BBC

A mulher de 47 anos de Wuhan, na China, foi internada em um hospital na Austrália e se recuperou em 14 dias.
Kedzierska disse à BBC que a equipe dela havia examinado "a totalidade da resposta imunológica" da paciente.
Três dias antes da mulher começar a melhorar, células específicas foram identificadas em sua corrente sanguínea.
Em pacientes com influenza (gripe comum), as mesmas células também aparecem no mesmo estágio da recuperação, segundo Kedzierska.
Raios-x dos pulmões de paciente mostraram a recuperação após aparecimento de células do sistema imonológico
© INSTITUTO PETER DOHERTY Raios-x dos pulmões de paciente mostraram a recuperação após aparecimento de células do sistema imonológico

"Nós ficamos muito animados com nossos resultados — e com o fato de que nós podemos realmente registrar o aparecimento das células imunológicas no paciente infectado antes da melhora clínica", disse ela à BBC.
Mais de uma dezena de pesquisadores trabalharam em tempo integral por quatro semanas para realizar as análises, segundo ela.

Como isso vai ajudar?

Segundo Bruce Thompson, professor decano de ciências médicas da Universidade de Tecnologia Swinburne, em Melbourne, o entendimento sobre quando as células imunológicas começam a atuar pode "prever o ciclo do vírus".
"Quando você sabe quando as várias respostas do corpo acontecem, você pode prever onde está no processo de recuperação", disse Thompson à BBC News.
O ministro da Saúde da Austrália, Greg Hunt, disse que a descoberta poderia também ajudar a acelerar a produção de uma vacina e de potenciais tratamentos para pacientes infectados.
Kedzierska diz que o próximo passo para os cientistas é determinar por que a resposta imunológica é mais fraca nos casos mais graves.
"É realmente essencial entender o que falta ou o que é diferente nos pacientes que morreram ou que tiveram doenças mais graves — para podermos entender como protegê-los", disse.
Em janeiro, o instituto se tornou o primeiro no mundo a recriar o vírus fora da China.
Desde então, o centro recebeu fundos adicionais do governo australiano e doações de empresas e do bilionário chinês Jack Ma.

© Reprodução Facebook
Os parentes da primeira vítima pelo novo coronavírus no Brasil ainda não foram submetidos aos testes de detecção da doença, apesar de relatarem sintomas da doença, como tosse, febre e falta de ar. As pessoas que ele teve convívio foram o pai, de 83 anos, a mãe de 82, o irmão de 61 e as irmãs, de 60 e 55 e, portanto, fazem parte do grupo de risco. As informações são do O Globo.

O homem era um porteiro aposentado de 62 anos, hipertenso e diabético. Ele foi internado no último sábado (14) no Hospital Sancta Maggiori, da rede PreventSenior, no bairro do Paraíso, próximo onde ele morava, após relatar que se sentia mal.


A preocupação com o novo coronavírus também chegou aos templos religiosos do Brasil. No fim de semana, algumas denominações, como igrejas evangélicas e mesquitas, suspenderam cultos e celebrações por tempo indeterminado para evitar a aglomeração e uma possível transmissão em massa do vírus entre os fiéis.

Para tentar resolver essa questão, alguns templos têm transmitido mensagens religiosas aos fiéis por meio de serviços de streaming, redes sociais, aplicativos e até do rádio. Há entidades que mantiveram alguns eventos, mas orientaram fiéis com mais de 60 anos ou com sintomas da doença a ficar em casa.
Por outro lado, alguns líderes religiosos de grandes igrejas disseram que não vão fechar as unidades e até pediram para que fiéis parem de ler notícias sobre a pandemia.
A transmissão da doença pode ocorrer por contato com pessoas infectadas ou superfícies que tenham o vírus — respirando no mesmo ambiente ou tocando algo que uma pessoa infectada tocou, por exemplo.

Transmissão crescente

Hoje, o Brasil tem 234 casos de coronavírus registrados e 2.064 suspeitos, segundo o Ministério da Saúde. A primeira morte foi confirmada nesta terça-feira (17/03).
Porém, esse número deve aumentar substancialmente nas próximas semanas, segundo projeções de especialistas e médicos. Por isso, cultos religiosos — que costumam receber centenas ou até milhares de pessoas — podem se transformar em um local de transmissão em massa, assim como jogos esportivos, protestos e festas.
Na Coreia do Sul, um dos países mais afetados pelo vírus, por exemplo, uma igreja foi responsável por boa parte das transmissões.
Pastor Silas Malafaia afirmou em um culto que não fechará sua igreja, a Vitória em Cristo, por causa da pandemia© Agência Brasil Pastor Silas Malafaia afirmou em um culto que não fechará sua igreja, a Vitória em Cristo, por causa da pandemia
A Igreja de Jesus de Shinchonji, uma seita dedicada a expandir a ideia de que seu fundador, Lee Man-hee, é a segunda encarnação de Jesus Cristo, chegou a esconder das autoridades os nomes dos fiéis que estavam infectados — alguns deles viajaram pelo país. Dias depois, o líder da seita pediu desculpas à população pela negligência.
No Brasil, um dos templos que suspenderam todos os cultos foi a Igreja Batista da Água Branca, na zona oeste de São Paulo. Em comunicado nas redes sociais na quinta-feira, o pastor Ed René Kivitz afirmou que todas as atividades presenciais estão "suspensas até segunda ordem".
"Atendendo às orientações das autoridades e dos profissionais de saúde, nós resolvemos nos juntar a esse esforço global de contenção da disseminação do vírus", afirmou. Os cultos do domingo, dia em que a igreja recebe um grande número de fiéis, foram transmitidos ao vivo pela internet — no templo havia apenas alguns membros da denominação.
O mesmo ocorreu com a Comunidade da Vila, igreja evangélica na zona oeste paulistana — três cultos desse domingo, sem a presença dos fiéis, foram transmitidos pelas redes sociais e pelo aplicativo da igreja.
"Nós vamos manter nossa programação, mas você não precisa estar junto, porque estamos tentando evitar aglomerações", explicou o pastor Marcos Botelho, em vídeo enviado a fiéis.
"Não queremos criar pânico. Acreditamos que Deus está no controle de todas as coisas, mas queremos ajudar o Brasil a não espalhar o vírus de maneira rápida e não ocupar nossos leitos de hospitais. Nos vemos online", finalizou.
Outras religiões também têm seguido recomendações de evitar reunião de pessoas.
Justiça determinou suspensão de missas e eventos religiosos no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo© Getty Images Justiça determinou suspensão de missas e eventos religiosos no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo

'Muita seriedade'

A Mesquita Brasil, no centro de São Paulo, é uma delas. "Estamos levando essa questão com muita seriedade. A partir da última sexta-feira, cancelamos nossas orações que têm congregações e reunião de fiéis, para evitar qualquer contato entre as pessoas", disse o xeique Mohamed al Bukai.
Segundo ele, outras mesquitas do país têm tomado medidas parecidas, mas, por enquanto, ainda não há transmissão de eventos pela internet. "Estamos esperando o que vai acontecer para decidir como continuar com nossas celebrações. Vamos aguardar mais orientações das autoridades", explica.
Segundo a Federação Israelita de São Paulo, algumas sinagogas da cidade também suspenderam as atividades, assim como todas as escolas judaicas da capital paulista. Fiéis com mais de 60 anos também estão sendo orientados a não comparecer aos locais de reunião. Por outro lado, há unidades que mantiveram os cultos em áreas abertas, como jardins, ou dividiram o público em diversos espaços.
Os terreiros de umbanda têm se dividido nessa questão, segundo o sacerdote Pai Engels de Xangô, dirigente do templo Amor e Caridade Caboclo Pena Verde, em São Paulo. Alguns locais suspenderam as atividades nessa semana, embora outros continuem abertos. Esses têm orientado os fiéis com possíveis de sintomas de covid-19 a ficar em casa.
"Estamos pedindo uma coisa difícil na nossa religião, que é evitar o cumprimento, o beijo na mão e a troca de bênçãos. São gestos muito tradicionais", explica. Seu terreiro continua aberto, mas ele diz que a situação pode mudar nos próximos dias, a depender da evolução das infecções no Brasil.
Para o pastor batista Levi Araújo, é importante que, nesse momento, denominações religiosas se posicionem com o objetivo de proteger seus fiéis e o restante da população.
Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, pediu que seus fiéis não leiam notícias sobre o coronavírus© Reprodução/Instagram Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, pediu que seus fiéis não leiam notícias sobre o coronavírus
"Seja qual for a religião, essa situação do coronavírus vai apontar quem são os fanáticos e os oportunistas, muitos dos quais só pensam em dinheiro. Esses vão continuar a promover a aglomeração de pessoas dentro das igrejas", disse à BBC News Brasil.
"Os religiosos de bom senso vão seguir as orientações da Organização Mundial de Saúde e das autoridades de saúde", afirmou ele, que também suspendeu viagens pelo Brasil e tem pregado apenas por meio das redes sociais e de aplicativos de vídeo.

Igreja Católica e líderes evangélicos

No sábado, a Justiça suspendeu missas e eventos religiosos no Santuário Nacional de Aparecida, interior de São Paulo, local com grande concentração de católicos. Nesse domingo, apesar da suspensão das celebrações, centenas de fiéis compareceram ao templo, pois as visitas estavam liberadas.
Outras denominações religiosas mantiveram as atividades plenamente — ou apenas com algumas alterações ou recomendações ao público.
A Diocese de São Paulo da Igreja Católica, por exemplo, orientou as igrejas a se manterem "limpas e bem ventiladas". As unidades com grande presença de pessoas devem aumentar o número de missas para evitar grandes aglomerações em um único evento, afirmou a cúpula.
"Durante as celebrações, evite-se o contato físico, sobretudo, na saudação da paz e na oração do Pai-Nosso; a comunhão seja recebida, preferencialmente, na mão", escreveu a Diocese, pedindo também que idosos ou pessoas com sintomas de covid-19 fiquem em casa.
Já grandes igrejas evangélicas do país, como a Sara Nossa Terra, Mundial do Poder de Deus e a Renascer em Cristo mantiveram os cultos.
A Renascer, por exemplo, afirma em seu site que vai disponibilizar álcool em gel, que a unção com óleo na testa deve agora ser feita com spray e que os fiéis não devem dar as mãos durante as orações e não terão mais funcionários disponíveis para manobrar os carros em estacionamentos da igreja.
Nos últimos dias, famosos líderes evangélicos causaram polêmica ao se posicionarem sobre o coronavírus.
O pastor Silas Malafaia, por exemplo, afirmou em um culto que não fechará sua igreja, a Vitória em Cristo, por causa da pandemia.
"Não vou fechar igreja coisíssima nenhuma. Se amanhã os governos disserem que vão impedir transporte público, fechar mercados, fechar todas as lojas… Como pastor, acredito que a igreja tem que ser o último reduto de esperança para o povo. Se fechar tudo, numa medida drástica, a igreja precisa estar de porta aberta."
Na semana passada, o missionário R.R Soares, da Graça de Deus, afirmou que a população "não precisa ter medo de jeito algum" do coronavírus. "Já houve outras ameaças no meio da humanidade. A profecia, lá no Apocalipse, diz que vai chegar um tempo em que uma terça parte das pessoas vai morrer. Mas ainda não estamos nessa época, não estamos na época de ganhar as almas para Jesus", afirmou.
Já o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, pediu que seus fiéis não leiam notícias sobre o coronavírus.
"Quem anda pela fé anda pela frente. Quando você vê no noticiário 'morreu fulano, beltrano teve coronavírus', não olhe para isso, não leia essas notícias", afirmou em um vídeo nas redes sociais. "Ao invés de você ler essas notícias que falam de morte e de quarentena, da epidemia e pandemia, olhe para a palavra de Deus e tome sua fé na palavra de Deus, porque essa, sim, faz você ficar imune a qualquer praga e a qualquer vírus, inclusive o coronavírus", disse.
Mesmo com a fala de Macedo, a Igreja Universal está tomando medidas para tentar impedir a disseminação do vírus em suas dependências, segundo nota da instituição enviada à BBC News Brasil.A denominação afirmou que vai limitar o número de pessoas nos templos caso as autoridades estipulem uma lotação máxima — mas que também vai aumentar o número de cultos para "atender a todos os que procuram a igreja".
Também disse que as pessoas "são orientadas a se sentarem distantes umas das outras, mantendo pelo menos uma ou duas cadeiras vazias entre si". E que também serão evitadas orações com imposição de mãos.

© Sérgio Lima/Poder360 O ministro Henrique Mandetta (Saúde) falou a jornalistas sobre atual quadro de coronavírus no Brasil
Subiu para 290 o número de casos de covid-19–doença causada pelo novo coronavírus– no Brasil. Os dados foram compilados até as 16h desta 3ª feira (17.mar.2020) pelo Ministério da Saúde.
A infecção viral já chegou a 17 Estados, mais o Distrito Federal. As unidades federativas com mais casos são São Paulo (164) e Rio de Janeiro (33), onde foram registradas transmissões comunitárias, ou seja, sem a possibilidade de identificar como foi o contágio.
Mais cedo, o Ministério da Saúde confirmou a morte de 1 homem de 62 anos, também em São Paulo. Ele foi a 1ª vítima fatal da doença no país.
Há ainda 8.819 casos suspeitos. Outros 1.890 foram descartados.
De acordo com a pasta, dos casos confirmados, 16% são pessoas na faixa de maior letalidade, ou seja, com idade acima de 60 anos. A maior parte dos infectados são pacientes “muito jovens”.
Mais informações em instantes


 A pandemia do novo coronavírus fez o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) adiar a realização do Censo Demográfico de 2020 para o ano 2021. A coleta de dados do levantamento censitário em todos os lares brasileiros, que começaria no dia 1º de agosto deste ano, agora terá início em 1º de agosto de 2021, com duração de três meses.
O órgão cancelou o processo seletivo já aberto para a contratação de mais de 200 mil trabalhadores temporários, que teria provas nos próximos dias 17 e 24 de maio para as vagas de recenseadores e supervisores. O IBGE previa atrair mais de dois milhões de candidatos ao concurso público. Os candidatos que fizeram o pagamento da inscrição no concurso serão reembolsados, conforme orientações que serão publicadas nos próximos dias.
“A decisão leva em consideração a natureza de coleta da pesquisa, domiciliar e predominantemente presencial, com estimativa de visitas de mais de 180 mil recenseadores a cerca de 71 milhões de domicílios em todo o território nacional”, argumentou o IBGE, em nota oficial.
O órgão também considerou a impossibilidade de realização de toda a cadeia de treinamentos para a operação censitária em tempo hábil para ir a campo. A primeira etapa começaria de forma centralizada em abril de 2020, para posteriormente ser replicada em polos regionais até o mês de julho.
O orçamento para o Censo Demográfico de 2020 era de R$ 2,3 bilhões, sendo aproximadamente R$ 1,6 bilhão para o pagamento dos trabalhadores envolvidos na operação. O IBGE garantiu que estabeleceu formalmente com o Ministério da Saúde o compromisso de realocar o orçamento do Censo 2020 para a pasta, para que os recursos sejam aplicados em ações de enfrentamento ao novo coronavírus.
“Em contrapartida, no próximo ano, o Ministério da Saúde realocará orçamento no mesmo montante com vistas a assegurar a realização do Censo pelo IBGE”, informou o instituto.
Mais cedo, o IBGE divulgou que suspendeu também a coleta domiciliar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). A pesquisa divulga dados sobre o mercado de trabalho e a taxa de desemprego no País. A decisão também levou em consideração “o quadro de emergência da saúde pública causado pelo COVID-19 e as orientações do Ministério da Saúde”.
De acordo com a nota, o instituto ainda estuda alternativas para a realização da pesquisa sem envolver visitas aos domicílios brasileiros.
“Toda e qualquer opção ou possibilidade será antes testada e validada para assegurar os padrões de qualidade e excelência do corpo técnico do IBGE, buscando preservar a série histórica dos dados”, declarou o IBGE, em comunicado à imprensa.
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